3 metodologias importantes para a criação de produtos de tecnologia

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Se Darwin estivesse vivo, ele certamente se interessaria pelo mercado de tecnologia. Hoje, os empreendedores de startups precisam lidar com um mercado cada vez mais competitivo e, por conta disso, devem ter uma capacidade de adaptação fora do comum. É preciso investir pesado em inovação para explorar — ou criar — seu nicho de mercado, e todo esse processo deve ser feito de forma organizada de planejada.

Diante desse cenário, uma série de metodologias são criadas para facilitar e potencializar o trabalho dessas empresas. Conceitos novos como Lean Startup, Customer Development e Desenvolvimento ágil de software, entram na rotina dos pequenos empresários, que precisam se esforçar para entregar o melhor produto, com os melhores preços e, acima de tudo, com custos reduzidos.

No artigo de hoje, falaremos um pouco sobre a importância dessas três metodologias para a criação de produtos de tecnologia da sua startup. Confira!

Lean Startup: Eficiência na aplicação de recursos

O conceito de Lean Startup, embora muito amplo, possui duas vertentes principais. A primeira delas é de que toda a startup deve ser enxuta, ou seja, deve trabalhar sistematicamente para reduzir todos os seus desperdícios. Basicamente, os métodos lean usam a estratégia de atuar localmente em cada processo da empresa, para que desperdícios de tempo e recursos financeiros possam ser identificados e cortados. O objetivo é garantir uma qualidade maior para o produto, e um time-to-market mais rápido.

No entanto, a Lean Startup não se resume apenas a isso. Outra questão, levantada por Eric Ries, um dos maiores teóricos sobre Lean Startups, é que as startups devem ser pautadas na tríade Build (construir), Measure (mensurar) e Learn (aprender). Em outras palavras, qualquer startup passa — ou, pelo menos, deveria passar — por um constante processo de aprendizado e aperfeiçoamento, que deve ser trabalho principalmente junto aos consumidores, para saber como o produto se encaixa no mercado.

Customer Development: Transforme o problema em um produto

Essa metodologia foi criada especialmente para as startups, pois trabalha com duas variáveis muito importantes para esse modelo de negócios. A primeira delas, é a capacidade de identificar qual é o problema que o cliente dá mais valor, ou seja, quais são as suas aspirações e dificuldades diante dos produtos oferecidos atualmente. Esse fator está intimamente ligado à inovação.

A segunda, por outro lado, é que o problema deve ser resolvido com a menor quantidade de recursos possíveis (financeiro, humano e tempo), através da concepção e desenvolvimento do produto. A grande questão é que, quando uma startup entra no mercado, ela sempre trabalha com hipóteses e preposições.

A ideia é de que o binômio problema/solução, seja substituído por produto/solução, mas isso só é possível quando produto e problema finalmente se compatibilizam, e isso só acontece através da interação com o consumidor. Desta forma, é preciso sempre tratar o produto como uma hipótese e, como tal, deve ser testado, validado, revisto e renovado.

Desenvolvimento ágil: Uma questão de posicionamento

Por fim, nossa última metodologia é, na verdade, um posicionamento que deve ser adotado por empreendedores. Embora não seja novo — teve seu início em 2001 — o desenvolvimento ágil ainda é uma questão muito debatida dentro das startups. Essa metodologia teve início com o Manifesto Ágil, uma declaração de princípios para o desenvolvimento ágil e eficiente de softwares.

Basicamente, o manifesto possui quatro valores fundamentais, suas prioridades: Indivíduos acima de processos; funcionamento do software acima de documentação; colaboração dos clientes acima da burocracia contratual; capacidade de adaptação acima do planejamento estático. Além disso, o manifesto também estabelece 12 princípios básicos, dentre os quais destacam-se a entrega continua de softwares funcionais para os clientes (trabalhar semanas, em vez de meses); a rápida adaptação às mudanças; e a cooperação (ambiente de desenvolvimento mais flexível do que rígido).

E você, já aplica algum desses métodos na sua empresa? Que outras soluções para startups conhece? Conte pra nós através dos comentários!

 

4 métricas para a criação de produtos de tecnologia

back view of a business man  looking at some charts , graphs and calculations on a blackboardNão é surpresa que toda organização se preocupe com o bom desempenho dos produtos e serviços que oferece, e também com a aceitação deles pelo público-alvo e com a capacidade de gerar inovações propulsoras de seu crescimento e sucesso em meio à alta competitividade.

Porém, no caso de muitas empresas de tecnologia — um campo em que há uma verdadeira “corrida” por novidades e atualizações constantes em softwares e sistemas — e de algumas startups — geralmente recém-criadas, ainda em fase de desenvolvimento e prospecção — essa preocupação pode se tornar ainda maior devido ao fato de geralmente explorarem nichos de mercado ainda novos ou desconhecidos. Por isso é tão importante gerar métricas para criação de produtos. No post de hoje, você vai conhecer algumas métricas importantes para este negócio. Acompanhe:

O que são as métricas

O crescimento acelerado destes modelos de negócios muitas vezes depende também de seu potencial em atrair investidores, os quais nem sempre estão totalmente esclarecidos sobre assuntos como este. Além disso, exige um excelente planejamento voltado à gestão de novas ideias que, assim como em qualquer outro tipo de empresa, precisarão ser testadas e demandarão esforços para encontrar formas de mensurar resultados e transformar estes dados em respostas que possam indicar potenciais soluções.

É aí que surgem as métricas que auxiliam na criação de produtos de tecnologia. Tais conceitos podem ser muito úteis, não somente para a empresa que deseja crescer, mas também para o acompanhamento daquela que já vem crescendo aceleradamente. Mas se você ainda não conhece nada sobre elas, que tal começar agora?

Porque utilizar métricas na criação de produtos de tecnologia

Simples: porque você precisa saber o quão certo suas ideias têm dado até o momento e entender mais sobre a performance de seu produto no meio tecnológico, bem como o nível de satisfação de quem está envolvido com ele. São estes itens, basicamente, que irão indicar suas chances de continuar sobrevivendo no mercado de tecnologia emergente e também de crescer, exponencialmente, dentro dele.

Principais exemplos de métricas e como utilizá-las

Para simplificar, vamos citar algumas das que mais têm sido aplicadas nas empresas de tecnologia e startups ultimamente:

Custo de aquisição de clientes (CAC)

Se refere, resumidamente, ao gasto que a empresa nova tem para transformar um lead (contato geralmente obtido por meio de ações de captação em ambiente digital) em um cliente real. Essa métrica mostra, na prática, o quanto a empresa “tem que gastar” até que consiga fazer com que seja o cliente, então, que comece a gastar com ela.

Ela pode ser útil para que a organização saiba o quanto precisa investir em um produto — desde seu design até suas funcionalidades e divulgação — para que ele efetivamente atraia a atenção do público consumidor e desperte interesse, não só em adquiri-lo, mas também em que continue sendo usado.

Índice de cancelamento (Churn Rate)

Se o CAC é uma métrica que se dedica mais a mensurar quantos clientes estão entrando para a base da empresa, o Churn Rate, em contrapartida, procura medir quantos estão saindo dela. É uma métrica essencial para que se possa equilibrar a equação e sempre procurar entender a existência de problemas nos quais se possa intervir para que esse índice seja sempre o menor possível. Ajuda, também, a verificar quando é necessário modificar algum produto ou até mesmo criar um novo.

Life-time-value (LTV)

É uma métrica que busca estabelecer uma “projeção” de quanto um cliente gerará para a empresa enquanto permanecer comprando dela. É como se, em outras palavras, ela “medisse o tempo de vida” de alguém como seu cliente. Serve, inclusive, para que a empresa possa definir melhor como investir em cada tipo de cliente, tendo em vista qual é o verdadeiro retorno que se obtém com cada um deles.

Além disto, ajuda a identificar tendências de consumo para que os clientes encontrem nela, sempre o que precisam e não se sintam impelidos a comprar da concorrência, fazendo com que se tornem fiéis a você por muito mais tempo.

Métricas de qualidade para produtos de software

Por fim, outro sistema de métricas dentre os mais conhecidos é o que se refere a mensurar o nível de qualidade de determinados produtos de software, que podem ser aplicativos, sistemas, entre outros. Funciona para avaliar, principalmente, a opinião dos usuários com relação à interface do produto, facilidade de uso, atendimento às expectativas, necessidades, modernidade e grau de otimização que o recurso traz às tarefas que eles precisam executar. Portanto, se você deseja criar um produto deste tipo para revender, por exemplo, não pode deixar essa avaliação.

Agora que você conhece um pouco mais sobre as métricas, já pode perceber que elas são fundamentais e podem fazer toda a diferença no seu negócio, não é mesmo? Que começar a implementá-las agora mesmo? Se você ficou com alguma dúvida, deixe o seu comentário!

 

Quer desenvolver aplicativos para Android? Confira algumas dicas

Android Desenvolvimento

O sistema operacional Android foi lançado no dia 28 de Setembro de 2008, sua arquitetura é baseada em Linux, atualmente a Google é a responsável pelo sistema operacional móbile mais versátil do mundo. Desde o seu lançamento, o Android se expandiu para além dos smartphones e tablets, passando a ser utilizado também em SmartTV´s, carros com computadores de bordo e até mesmo nos relógios inteligentes. Várias versões do sistema já foram lançadas e milhares de aplicativos são lançados diariamente na plataforma de vendas do SO da Google. Trata-se de um mercado promissor, que cresce a cada dia. Se você quer desenvolver aplicativos para Android, confira as nossas dicas!

O mercado de aplicativos mobile: fique por dentro dessa oportunidade

O mercado de aplicativos move bilhões de dólares todos os anos, anualmente, também estima-se que milhões de aplicativos são disponibilizados ao usuário. No Brasil, esse mercado é especialmente aquecido. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estima que existem em torno de duzentos e cinquenta e seis milhões de linhas de celular em uso no país, trata-se de uma mania nacional.

Se você se decidiu por encarar essa empreitada de lançar o seu próprio aplicativo para Android, segue o caminho das pedras para o seu sucesso:

Domine o software Android SDK da Google

Como vimos, o Android é desenvolvido sobre um kernel Linux, portanto, para programar o seu aplicativo é importante que você tenha alguma experiência com programação em JAVA. Outro pré-requisito é que se tenha conhecimento de Programação Orientada a Objetos. A própria Google oferece um curso para desenvolvedores de aplicativos. O curso é gratuito e inteiramente voltado para desenvolvedores iniciantes, tendo sido resultado de uma parceria firmada entre a Google e a Udacity, que é um grupo educacional de renome mundial. Todavia, lembre-se: é preciso algum conhecimento prévio de programação para a devida absorção dos conteúdos.

Foco no design dos aplicativos

Uma das etapas mais fundamentais da criação de um aplicativo é a parte de design de seus componentes. Você terá que criar uma logo com texturas e cores que se adéquem bem ao ambiente Android, bem como terá de bolar botões de ação bem posicionados e de visual agradável.

Tendo em vista os tamanhos variados da infinidade de aparelhos que rodam o sistema Android, os ícones de seu aplicativo devem ser bem dimensionados e proporcionais. Se você não tem a mão para trabalhos de design é aconselhável que procure profissionais que possam lhe ajudar a otimizar o visual do seu produto.

Existem sites que oferecem plataformas simplificadas para criação de apps

Agora, se você não está nem um pouco a fim de aprender a programar, existem sites que funcionam como plataformas de criação de aplicativos. Esses websites disponibilizam ferramentas prontas para que você monte o seu aplicativo, é só escolher o tipo de app que você irá trabalhar, feito isso, você escolhe as cores e formas do seu aplicativo e as ferramentas de divulgação que deseja linkar no seu trabalho e pronto!

E então, você pretende desenvolver um aplicativo? Qual será o seu primeiro passo? Se você ficou com alguma dúvida escreva para a gente através dos comentários!

 

Por que usar um software desenvolvido especificamente para a minha empresa?

Desenvolvimento de sistema específico para a empresa

As características do mercado, o perfil dos concorrentes, as especificidades do produto: tudo isso é baseado em uma realidade que só a sua empresa possui. Então, por que logo o software que você usa na organização deve ser importado, sendo que foi pensado para outra realidade?

Esse é um grande erro que os empresários ainda cometem, achando que estão levando grande vantagem. Conseguem um bom preço no software, mas sem customização e com inúmeras carências que só um software desenvolvido especificamente para a sua empresa poderia suprir. Veja alguns motivos para adotar um projeto de desenvolvimento de software sob medida para o seu negócio:

Alta customização

Quando a empresa desenvolve seu próprio software, consegue dimensionar as suas prioridades e questões que deverão ser desenvolvidas em um segundo momento. Assim, é possível concentrar esforços no que é urgente, sem desconsiderar aquilo que será importante no futuro. Com um software próprio, consegue-se eliminar as configurações conhecidas como “perfumaria” nos programas-padrão, para investir no que é realmente usado e importante. A possibilidade de customização é muito maior, pois os sistemas são pensados considerando os problemas da empresa, e não em soluções generalistas.

Acesso à informação

Uma empresa contratada para desenvolver um software próprio consegue despender tempo e recursos para entender as necessidades do seu negócio. Ela tem tempo de conversar com gestores, conhecer os processos, entender a ansiedade da diretoria e desenvolver um programa que realmente será útil para aquela realidade.

Essa facilidade dificilmente será encontrada com a contratação de profissionais freelancers, que geralmente têm menos tempo e estrutura para se debruçarem sobre os problemas dos clientes. A segurança e as contrapartidas que uma empresa própria oferece são outras vantagens que contribuem para o sucesso e credibilidade do projeto. Ao final do desenvolvimento você poderá ter a certeza que o seu sistema só existe na sua empresa.

Envolvimento da equipe

Quando uma empresa decide desenvolver seu próprio software, todos os gerentes e chefes de equipe se mobilizam para identificar as melhores formas de deixar a sua área mais eficaz e rentável. Afinal, todos querem que o sistema consiga atender e ajudar nas necessidades de sua área, contribuindo para a geração de melhores resultados. É um momento de envolver as equipes e de esperar melhores soluções para o negócio como um todo.

Economia de recursos

Softwares externos, que são introduzidos na empresa como soluções paliativas, acabam gerando gastos muito maiores com adaptações no sistema ou até mesmo a aquisição de outros softwares complementares. Ao final, o que a empresa consegue formar é um emaranhado de sistemas desarticulados, que não têm “a cara” da empresa e não oferecem nenhum padrão para uso ou garantem a qualidade do atendimento. Aquilo que foi feito para economizar, no final das contas gera mais gastos e dor de cabeça.

Quando a instituição contrata uma empresa que vai assumir o desenvolvimento de seu software, ela está investindo em um negócio que vai garantir vantagens de longo prazo, com muito mais confiabilidade. Além do sistema, a empresa se compromete a treinar as equipes para fazer melhor uso do software, garante assistência técnica com profissionais capacitados e a segurança no cumprimento de contrato no que envolve prazos para execução do projeto e pagamentos.

E então, entendeu por que você deve investir em um software específico para a sua empresa? Se você ficou com alguma dúvida ou tem alguma sugestão escreva para nós através dos comentários!

3 soluções para desenvolver um produto de tecnologia para revender

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Chega um momento em que o seu negócio precisa de um upgrade. A saída, na maioria dos casos, é a elaboração de um novo produto. No entanto, no caso das empresas de tecnologia, como sabemos, essa alternativa não é tão simples quanto parece. Para garantir a qualidade do projeto, é preciso apostar em profissionais que realmente entendam do assunto. E mais ainda: é fundamental fazer uma correta aplicação de recursos financeiros para que nada escape do orçamento.

Normalmente o empreendedor busca essa força tarefa externamente, através de empresas especializadas ou freelancers, muito embora também seja comum o remanejamento de profissionais internamente para cumprir com a missão. Qual deve ser a melhor solução? Nesse post, pretendemos abordar um pouco mais sobre essas três principais maneiras para desenvolver produtos de tecnologia para revenda. Com isso, o empreendedor poderá tomar mais cuidados durante esse tipo de planejamento. Confira!

Freelancers: custo pela metade, atenção em dobro

Prática muito comum no mercado de startups, a contratação de freelancers certamente apresenta uma saída para aqueles empreendedores que ainda não contam com um grande aporte de capital para investirem em grandes equipes ou empresas especializadas. Acontece que, apesar dos custos reduzidos, o empresário precisa redobrar sua atenção quando for optar por esse tipo de alternativa.

Sim, existem muitos profissionais competentes no mercado, mas é preciso ter muita confiança na pessoa antes de fechar qualquer contrato com ela. O que se observa na maioria dos casos é que os investimentos não compensam, pois, além de entregarem os produtos desejados fora dos prazos combinados, muitos profissionais acabam não desenvolvendo um trabalho completo e profissional — muitas vezes por não possuírem uma estrutura para o desenvolvimento dos produtos.

Empresas especializadas: uma saída segura

A outra alternativa para o empreendedor é optar por empresas especializadas, que possuam uma equipe de profissionais qualificados para atender a demanda dos seus clientes. Normalmente essa é a escolha mais segura, embora também seja necessário verificar o portfólio da prestadora de serviços para garantir que o produto final realmente terá a qualidade esperada.

O que muitos empresários esquecem é que, ao contar com empresas especializadas para atender o pedido, eles estão, ao mesmo tempo, garantindo o suporte de uma série de profissionais qualificados. Além disso, ao assinar um contrato com uma empresa, todo o relacionamento será estabelecido de maneira mais formal e profissional, representando ainda mais segurança para o empreendedor.

Desenvolvimento interno: alternativa para poucos

Por fim, o empreendedor também pode apostar na sua equipe interna, desenvolvendo o novo produto na própria empresa. Essa também é uma ótima alternativa, no entanto, são poucos os empreendedores que possuem uma estrutura interna para atender essa demanda. A redistribuição de profissionais para lidar com o projeto muitas vezes é uma saída onerosa, já que eles deixarão de executar suas tarefas principais para dar atenção a ele. Além disso, monitorar e acompanhar o progresso do projeto certamente tomará muito tempo de gestão.

E então, qual das alternativas você considera mais viável para o seu negócio? Compartilhe através do espaço de comentários!

 

4 coisas que um sistema ou aplicativo pode fazer pela sua empresa

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No mundo corporativo moderno, agilidade, eficiência e integração são palavras de ordem. Por sorte, estes pontos tão importantes podem ser alcançados com facilidade ao adotar sistemas ou aplicativos para melhoria de processos da empresa. A tecnologia possibilita, entre outros pontos, maior controle na gestão, facilitando a tomada de decisões; simplificação de processos corporativos; integração mais eficiente com stakeholders e melhor aproveitamento da equipe. Neste post você vai entender o que um sistema ou aplicativo pode fazer pela sua empresa. Confira!

Maior controle na gestão

Quanto mais você entender o que está acontecendo na sua empresa, maior controle terá sobre ela. Ao apostar em um sistema, é possível ter uma visão 360 graus da corporação, sabendo o que está acontecendo em diferentes áreas da empresa, onde o orçamento está sendo investido e como está a performance de cada setor.

Ao ter estas informações centralizadas por meio de um sistema e não se basear apenas em dados passados por gestores de cada área, sua visão macro da empresa fica muito mais completa. De posse destas informações é possível tomar decisões com mais segurança, baseado em dados mais concretos.

Simplificação de processos corporativos

Ao centralizar as operações, o sistema ou aplicativo cria um fluxo de trabalho mais eficiente entre departamentos e profissionais. As ferramentas aumentam a transparência e reduzem a possibilidade de erro humano, graças à automação. Ao optar por um sistema ou aplicativo você também garante que os processos serão mais simples e ágeis. Adotar este tipo de tecnologia permite que sua empresa tenha ao seu alcance as melhores práticas da sua área de atuação e todo o suporte no desenvolvimento de soluções customizadas para suas necessidades.

Integração eficiente

Usar um sistema ou aplicativo permite melhorar a integração entre todas as áreas da empresa, fazendo com que todos os departamentos funcionem como uma única entidade. Processos e transações entre diferentes áreas são realizados de forma mais simples e rápida, com menos chances de acontecerem mal-entendidos ou informações desencontradas. É possível, também, usar a tecnologia a seu favor melhorando a integração com stakeholders externos, como fornecedores e clientes. Quanto mais integrado seu negócio for — tanto internamente quanto externamente — melhor será sua performance no mercado.

Melhor aproveitamento de pessoal

Investir em um sistema ou aplicativo é uma forma de melhorar a produtividade dos colaboradores. Isto acontece porque você oferece aos profissionais as ferramentas certas e a informação necessária para que eles possam desempenhar suas tarefas de forma mais eficaz. Ao usar a tecnologia para certas tarefas que podem ser automatizadas, seus colaboradores podem investir tempo e esforço em atividades mais estratégicas para a companhia, o que melhora os resultados e aumenta a motivação da equipe. O sistema ou aplicativo também auxilia na tomada de decisões, já que as informações estão à disposição de quem precisa delas.

Apostar em um sistema ou aplicativo é essencial para melhorar processos, aumentar a integração e ter um aproveitamento melhor de pessoal na sua empresa. A tecnologia pode ajudar não só a melhorar os resultados da companhia, mas também aumentar a motivação da equipe, que poderá focar em questões mais estratégicas. Invista já!

Você já faz uso de um sistema ou aplicativo na sua empresa? Como tem sido a sua experiência? Se você ficou com alguma dúvida sobre o assunto não deixe de escrever pra nós através dos comentários!

 

O que considerar na hora de escolher um sistema

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Quando a Apple lançou seu sistema IOS, enfrentamos uma verdadeira quebra de paradigmas no mundo da informática e da tecnologia da informação. Se antes os usuários estavam acostumados com sistemas contra intuitivos, em que as máquinas “controlavam” as pessoas, hoje todas as empresas desenvolveram interfaces extremamente acessíveis, possibilitando o uso da tecnologia por qualquer pessoa. Dentro das organizações, o cenário também mudou.

A automatização é uma característica das empresas modernas, principalmente no caso das startups. No entanto, muitos empreendedores ainda cometem erros na hora de escolher ou criar seus sistemas internos. Na maioria dos casos, esses sistemas acabam criando ainda mais obstáculos em vez de dinamizar processos, pois não são desenvolvidos de uma maneira acessível e intuitiva, podendo ser usados e compreendidos por todos os colaboradores da organização.

Nesse post, pretendemos estabelecer os principais pontos que devem ser observados antes mesmo de implementar um processo internamente. Confira logo a seguir!

Identificação de necessidades

Antes de optar por qualquer sistema, é preciso fazer uma avaliação interna e planejar a implementação. É fundamental saber exatamente quais são os processos que carecem de automatização, e todos os outros que podem ser dinamizados através do sistema. Esse passo é importante para fazer a melhor escolha possível, tanto do ponto de vista financeiro (evitando, por exemplo, uma estrutura mais ampla que a necessária), quanto do operacional (verificando de que forma cada departamento utilizará o sistema).

Interface simples

Conforme vimos, esse deve ser um dos principais aspectos no estabelecimento de um sistema interno. Quando um sistema possui uma interface simples, não estamos apenas falando de design, mas também de acessibilidade. Esse aspecto é fundamental para disseminar qualquer tecnologia entre os colaboradores da sua empresa. Por isso, além de verificar se o sistema consegue atender as suas necessidades, faça um “test-drive” e verifique se ele é fácil de usar.

Verificação de compatibilidade

O sistema precisa ser integrado aos tablets e smartphones da empresa, ou será usado apenas nos computadores? Pode ser rodado em qualquer hardware e sistema operacional, ou exige uma estrutura mais pesada? Todos esses pontos técnicos devem ser avaliados, pois a empresa pode acabar implementando um sistema incompatível com a sua estrutura interna ou que venha a ter problemas no futuro. Procure estabelecer claramente as suas necessidades e especificações para o fornecedor, evitando quaisquer contratempos.

Disponibilização na nuvem

Por fim, outro ponto bastante importante é a disponibilização do sistema na nuvem para reduzir a necessidade interna com hardwares e, ao mesmo tempo, possibilitar o acesso às informações em tempo real através de qualquer ambiente. Essa é uma forma de tornar o sistema ainda mais acessível, permitindo também maior dinamismo e versatilidade para o seu uso. Vale lembrar, ainda, que é importante considerar a distribuição desse sistema na App Store, no Google Play ou na Windows Store, para que todos os interessados possam baixá-lo a qualquer momento.

E você, que pontos considera importante para a concepção de um sistema para empresas? Algum que não tenha sido citado no nosso post? Conte pra nós através dos comentários!

 

5 dicas para melhorar o sistema da sua empresa

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Quando o sistema de uma empresa não é flexível para realizar alterações, falamos que ele é “engessado”. Ele deve possibilitar ao administrador todas as funcionalidades esperadas, além da troca de informações entre diversos setores. Independentemente do tamanho da empresa, o gestor deverá investir em um bom sistema para ganhar produtividade. Imagine como gerar produtividade com um sistema lento? É impossível, não é mesmo? É preciso otimizar esse sistema, ainda que seja preciso redefini-lo.

O ideal é ter uma estratégia que consiga gerenciar tudo de uma só vez e que ainda demonstre os indicadores de desempenho. Se você não sabe como melhorar o seu sistema, veja as nossas dicas e encontre a melhor solução para o seu modelo de negócios. Confira o nosso post!

As necessidades devem ser atendidas

De nada adianta manter um sistema ativo se os colaboradores estão realizando as suas tarefas, quase em sua totalidade, de maneira manual. Um sistema serve para atender ao usuário, não o usuário para atender ao sistema. Se não está atendendo, então ele já não serve. Verifique a necessidade de trocá-lo por um mais dinâmico. Levante a sua base de clientes, de fornecedores, de colaboradores e certifique-se sobre demandas que precisam ser prontamente atendidas. Feito isto, é hora de verificar um item importante: o custo.

Custo de adesão e de reformulação

Qual o custo para se realizar a implantação de um novo sistema ou reformulação do atual? Primeiro, é necessário verificar se é possível reformular o sistema existente, porque nem sempre é possível aproveitar os dados já implantados e, às vezes o software utilizado também é diferente. Caso seja necessário implantar um novo, ele deve atender a todos os pré-requisitos listados anteriormente, visando obter um bom custo-benefício.

Lembre-se de que sistemas sofisticados têm custos altíssimos e nem sempre podem atender às suas expectativas. Tente pensar em longo prazo, em possíveis mudanças nos processos da empresa que poderiam afetar o preceito implantado, pois qualquer atualização do sistema envolve novos custos.

Processo de implantação

A atualização de um sistema engessado requer um planejamento prévio para que seja concluída com sucesso. Chegando ao final do projeto e evitando desconfortos ao longo do caminho, faça um roteiro e visualize claramente cada etapa finalizada.

Usuário chave

Capacite pelo menos um colaborador para que seja o “usuário-chave” do sistema. É importante que os outros funcionários não possuam dúvidas ao utilizar todas as funcionalidades. O usuário-chave deve estar à disposição para orientar os demais nos casos de problemas complexos.

Suporte ao sistema contratado

Procure uma empresa que forneça suporte local. Algumas delas prestam este tipo de serviço somente por telefone, o que não é totalmente viável caso o problema detectado seja complexo o suficiente e um relato por telefone não resolva o problema.

Quando o sistema está alinhado, a produtividade da sua empresa só tende a crescer. Agora é a sua vez, aprimore o seu sistema ou implemente um novo e perceba as diferenças na produção e otimização do seu negócio! Se você ainda tem alguma dúvida, conte pra nós através dos comentários!

Como controlar os processos da minha empresa?

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No atual mundo globalizado e competitivo, os processos obtidos e escolhidos por uma empresa devem levar ao eficaz controle da organização. É necessário que os processos se desenvolvam. É por essa e outras razões que um dos grandes desafios dos gestores é cuidar para que a empresa implemente um processo condizente com o seu planejamento futuro. Essa é a chave do sucesso, seja a empresa de grande ou pequeno porte, afinal sem planejamento, organização e um bom controle de processos não consegue seguir adiante.

Quem nunca viu uma determinada atividade sendo executada por dias e, após a implantação de um processo tecnológico, a mesma foi executada em poucos minutos? O controle de processos é essencial para otimizar os resultados de uma organização. Você sabe como implementar os processos maneira efetiva? Se não, temos informações importantes a cerca desse assunto. Então acompanhe o nosso artigo!

O que são os processos?

Os processos são o fluxo de processamento de cada etapa envolvida nas operações desenvolvidas por uma empresa visando à execução de sua atividade de negócio praticada. Os procedimentos e o processo têm de estar representando ações que denotem no controle, ou seja, o controle representa um objetivo abrangente a toda a empresa e deve ser exercido de forma a garantir rentabilidade em suas operações. Isto promove o negócio com efetividade e eficiência enquanto se esforça para obter inovação, flexibilidade e integração com a tecnologia.

Como controlar processos?

Para controlar e gerenciar processos é necessário alterar a forma de pensar, abandonar a visão da estrutura antiga e concentrar em novas ações. Pare para pensar e desenhar o que não vai bem dentro da sua organização. Qual processo está lento? O que precisa ser alterado? Você já pesquisou se existe uma tecnologia que pode realizar esse processo de maneira mais ágil e eficiente? Se a resposta para todas essas foi negativa, os processos da sua empresa realmente precisam ser revistos. Entenda que processos não padronizados podem gerar diversos danos à empresa a curto e longo prazo.

Por que substituir processos manuais por uma tecnologia informatizada?

A substituição de processos manuais por uma tecnologia avançada, possibilita a alta performance, desempenho, apresentação de uma realidade mais analítica, apresentação das finanças de maneira clara e objetiva, foco da equipe envolvida em outros pontos que necessitam ser melhorados dentro da organização. Substituir os processos manuais significa ampliar as possibilidades de crescimento, ter mais tempo para pensar no futuro da empresa.

Pode-se afirmar, portanto, que o gerenciamento de processos consiste em estabelecer, manter e melhorar padrões já pré-estabelecidos dentro de uma organização.

Dicas sobre o controle efetivo de processos na empresa

Para que você possa monitorar e garantir a qualidade de produtos e serviços é necessário definir o que se quer controlar e medir com relação aos processos existentes. Utilize essas perguntas para iniciar o controle de processos da sua empresa:

  • Que item devo controlar?

  • Quem serão os responsáveis por esse controle?

  • Em qual momento ou situação se deve controlar?

  • Porque controlar?

Invista no controle de negócios e trace metas e processos coerentes com o seu objetivo de gestão. Você já utilizava essas dicas? Vai passar a usá-las agora? Conte pra nós através dos comentários!

Como publicar um aplicativo no Google Play ou na AppStore?

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O desempenho do mercado de aplicativos vem crescendo desenfreadamente nos últimos anos. O volume global de downloads é incrível e empresas encontram inúmeras maneiras de interagir com o seu público. Se você pretende desenvolver um aplicativo já parou para pensar como fazer na hora de publicá-lo no Google Play ou na App Story? É isso que vamos mostrar hoje. Confira a seguir o nosso passo a passo!

AppStore

Vamos acompanhar as etapas a serem percorridas para disponibilização do aplicativo, na AppStore.

Primeiro realize a escolha entre o modelo individual e o modelo da companhia. O individual é menos burocrático. Já o modelo companhia é o mais recomendado para empresas desenvolvedoras que pretendem possuir muitos aplicativos.

Através do site da Apple una-se ao iOS Developer. Uma vez participando do programa é possível testá-lo na plataforma Apple. Existe a disponibilidade para escolha entre os programas Standard e Enterprise. O Enterprise é para donos de grandes empresas. Na próxima tela crie o seu ID da Apple de desenvolvedor.

Crie um perfil fornecendo os dados pessoais. Nessa etapa também é necessário responder a algumas perguntas de múltipla escolha. Concluído esse processo a Apple enviará para o e-mail cadastrado um código de verificação. Verifique o código encaminhado, digite-o no site e prossiga com a navegação até chegar na página de pagamento.

Após seguir todos os passos, basta encaminhar o aplicativo finalizado, para que a Apple o aprove. É importante lembrar que é necessário fornecer um título de licença, assim como um breve resumo da funcionalidade do aplicativo. Depois que o app é aprovado, a Apple publicará na App Store.

Google Play

O objetivo da Google Play — loja do Google — é disponibilizar o aplicativo para o maior número de pessoas possíveis, por isso, não é interessante deixar o seu app muito grande, pois isso ocupa um espaço valioso no dispositivo do usuário. Quanto maior a comodidade para que o usuário baixe o aplicativo, melhor! Portanto, verifique se você retirou o atributo debuggable da tag application no AndroidManifest. Confira o versionCode e versionName no AndroidManifest e retire arquivos que não estão sendo usados. Depois teste várias vezes a sua aplicação. Agora vamos aos passos para publicação no Google Play:

Depois de realizar essas verificações básicas, vamos agora transformar o projeto em um aplicativo para poder ser distribuído e instalado nos dispositivos. Para isso, crie uma conta de desenvolvedor e acesse o Console do desenvolvedor da Google Play. Próximo à parte superior da tela, clique em Adicionar novo app e, usando o menu suspenso, selecione um idioma padrão e adicione um título ao app — digite o nome do aplicativo como você deseja que ele apareça no Google Play. Em seguida, selecione “fazer o upload do APK” ou “preparar detalhes do aplicativo” para adicionar as informações do aplicativo.

Todo aplicativo precisa ser assinado com uma chave para funcionar. Durante o desenvolvimento, pode ser utilizado uma chave fictícia. Posteriormente para realizar a publicação é necessário que você defina uma chave própria.

E então, você deseja publicar o seu aplicativo no Google Play ou no AppStore? Você ficou com alguma dúvida sobre como realizar o procedimento? Deixe o seu comentário e continue de olho no nosso blog!